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Sociedade - 12/03/2016

1953 – Família Carvalho

A foto foi tirada nas comemorações dos 52 anos de Maria de Carvalho. Estão na foto de pé e da esquerda para a direita: Luís Gonzaga Ferreira de Carvalho, Luís Ferreira de Carvalho, João Batista de Carvalho Gutierrez, Inês Terezinha de Carvalho, José de Carvalho Gutierrez, Roberto de Carvalho, Inês de Carvalho, Rubens de Carvalho, Ruth de Carvalho, Raul de Carvalho, Inês Aparecida de Carvalho Gutierrez, João Amêndola, Iracema Roque de Carvalho, Zico de Carvalho. Sentados: Etelvina de Carvalho, Antônio Gutierrez, Sebastiana de Carvalho Gutierrez, Sebastião de Carvalho, Rosalina de Carvalho, Inês de Carvalho, Maria de Carvalho Dias Silveira, Jorge Dias da Silveira  e Antonia de Carvalho Amendola. Agachados: Antônio Carlos de Carvalho Gutierrez, João Carvalho, José Eufrozino de Carvalho e Maria Inês Amêndola. Foto do arquivo de Nico Gutierrez.

Nelson Bassanetti escreveu: Meu avô Nicola Bocardi e avó Julia Mastrocola  eram colonos de café na fazenda de nome “Jorge Dias” do casal Jorge Dias da Silveira e Maria de Carvalho Dias Silveira que ficava na zona rural de Catanduva. Eu me recordo de que com a idade entre 09 a 11 anos (entre 1953 e 1955) seguia meus pais que alugava “biribinha” com destino à fazenda, até passei alguns dias de férias escolares com os meus avõs e tios que lá residiam. Assisti casamentos, encontro de folias de Reis, ajudei a apanhar milho na roça e vi como desbastava as espigas e o trabalho que dava para surgir a pamonha, cural e outros confeitos. A casa era de pau a pique, piso de terra batida, sem forro, mas bem arrumada, lá não tinha luz, era vela, lamparina ou  lampião, a água era de poço e puxada por sarilho e o banheiro ficava fora e longe da casa, lembro que meu avô tinha rádio de bateria e quando a carga findava meu pai se incumbia de trazer para carregar na Oficina do Sr. Júlio João Trida em Catanduva. Meu avô tinha horta, criava porcos, galinhas e tinha cavalos, onde andávamos na garupa de alguém e também um trole que era uma diversão andar e passear por aquelas cercanias. Não existiam maldades, dissonâncias, vivíamos juntos e irmanados. Saudades.

 

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